Na praia deserta

Domingo de sol escaldante

Ilustração


Naquele domingo de sol escaldante, convidei o meu marido para irmos à praia, pois queria queimar bem o bumbum.. Disse a ele que queria ir a uma praia mais deserta, pois pretendia bronzear os seios volumosos com que fiquei, depois de 350 ml de silicone que havia colocado há pouco tempo, e que já não cabiam na parte de cima do meu biquine e ainda não havia comprado outro, e qualquer movimento, meus mamilos pulavam pra fora do biquine..

Ele reclamou porque a praia deserta era muito distante, mas depois se convenceu quando eu disse que ele seria recompensado quando voltássemos pra casa. Ele sabia que eu fico louca de tesão depois da praia, ainda mais com um bronzeado sedutor.Meu marido é um coroa muito charmoso, um misto de liberal e ciumento. Acho que ele é doido pra me ver sendo comida por outros homens, mas não tem coragem de me propor ou medo de não aguentar de ciúmes. Eu sou branca mas sempre bronzeada, 25 anos, de cabelos pretos e olhos verdes, coxas grossas, bumbum empinado e seios turbinados, mas bem naturais. Modéstia a parte, fiquei linda e gostosa e com os seios turbinados, que procuro mostrar abusando nos decotes, deixando a galera agitada e meu marido louco, de ciúme e de orgulho.

Já na praia, ele sentou na cadeira e eu resolvi deitar na areia para bronzear as costas, com meu biquíni fio dental minúsculo, de bundinha pra cima, para deixar aquela marquinha que ele adorava, além de desamarrar a parte de cima para queimar as costas por igual. Infelizmente descobri que havia esquecido meu bronzeador e fiquei logo nervosa, pois não poderia queimar meu bumbum do jeito que eu queria. Pedi a ele que fosse procurar alguma farmácia para comprar o bronzeador, pois senão eu ia preferir ir embora pra casa. Ele me disse que tinha visto uma farmácia no caminho da praia, mas que ficava a muitos quilômetros dali e que só conseguiria voltar em quarenta minutos, aproximadamente. Eu disse que esperaria e que ele fosse o mais rápido possível, para que pudéssemos aproveitar a praia. Ele reclamou um pouquinho, mas sabia que tinha que ir, pois não ia correr o risco de me ver nervosa e não dar mais pra ele por vários dias, como eu sempre fazia quando era contrariada. Assim que ele saiu, voltei a deitar de bunda pra cima e cobri meu rosto com meu chapéu de praia e praticamente adormeci naquele sol de 40 graus.

Não sei quanto tempo se passou, mas não devem ter sido mais de dez minutos quando ouvi uma voz bem perto de mim, me chamando.- moça, moça, quer comprar bronzeador? Acordei assustada e me virei tentando cobrir meus seios com a parte de cima do biquíni, quando vi um rapaz novinho com uma bandeja pendurada ao pescoço, com vários frascos de bronzeador, protetor solar e outras coisas. Era um rapaz forte, moreno claro, com músculos visíveis, mas com carinha de menino e muito tímido.

Usava um calção folgado de jogador de futebol e estava sem camisa.Já sentada na canga, pedi a ele para ver os frascos de bronzeadores e ele ajoelhou na areia, colocando a bandeja ao meu alcance. Escolhi um dos frascos e tirei o dinheiro para pagar. Ele me perguntou se eu queria mais alguma coisa e respondi que não, era somente o bronzeador mesmo. Disse que meu marido tinha ido comprar, mas demoraria muito e eu queria aproveitar o sol ao máximo. O menino agradeceu e se levantou para ir embora, quando tive uma ideia e perguntei se ele me faria um favor. Ele disse que sim e me perguntou o que era. Perguntei então, se ele não poderia passar o bronzeador no meu corpo, já que eu não conseguiria aplicar sozinha, principalmente nas costas. Ele disse que sim, mas me perguntou se meu marido não iria achar ruim, se ele chegasse. Respondi que ele ainda demoraria uma meia hora para voltar e que seria tempo suficiente para ele passar o bronzeador em todo o meu corpo e que eu pagaria bem pelos serviços dele. Ele respondeu que tudo bem e se ajoelhou ao meu lado, depois de se livrar da bandeja.

Deitei novamente de bumbum pra cima e pedi que espalhasse o bronzeador por todo meu corpo, começando pelas minhas pernas. Quando ele tocou os meus tornozelos com aquelas mãos quentes, senti um arrepio por todo meu corpo. Mordi os lábios para conter a excitação e tentei relaxar. Ele espalhou bem o óleo pelas minhas pernas até a altura das coxas e parou. Pensei que ele iria aplicar mais creme nas mãos para cobrir todo o meu bumbum, que era bem arrebitado. Abri um pouco as pernas para facilitar o trabalho do rapaz e esperei já com o dedinho na boca. Nessa altura, minha xoxota já dava sinais de vida, começando a ficar molhadinha com aquela situação. Um desconhecido me passando bronzeador numa praia deserta, enquanto meu marido estava longe. Hum, aquilo começou a me excitar.

O rapaz toda hora me perguntava se estava bom e eu respondia que sim, quase que sussurrando. Quando pensei que a massagem no bumbum ia começar, me surpreendi com suas mãos nas minhas costas espalhando o óleo. Pensei logo que aquele rapaz tímido estava com medo de me tocar ou deixando o melhor para o final e comecei a imaginar se ele estaria excitado como eu. Senti arrepios quando ele tocou a minha nuca, pois adoro quando os homens me pegam pela nuca, me forçando a fazer alguma coisa. Ele passou o óleo em toda as minhas costas, na lateral dos meus seios e na base da coluna, bem pertinho do bumbum, onde se demorou mais, acho que admirando a minha pequena tatuagem. Quando finalmente ele tocou meu bumbum, eu quase não aguentei, pedi que espalhasse bem o óleo e num risinho sacana, disse que aquela era a parte que eu mais queria queimar, pois o meu marido adorava.

E ele caprichou na aplicação, massageando, ora com suavidade e ora vigorosamente todo o meu bumbum. Quando ele descia os dedos entre as minhas coxas, eu ajudava abrindo um pouco mais as pernas e sentia os seus dedos tocarem a minha calcinha do biquíni, que a essa altura já estava encharcada de tesão. Ele deve ter percebido e a cada reboladinha que eu dava, ele se tornava mais atrevido naquela região. Quando eu já não aguentava mais, disse que era hora de virar e passar o óleo na parte da frente do meu corpo. Assim que me virei, ele começou a passar o bronzeador nas minhas pernas, subindo até o joelho e depois interrompendo novamente, passando para a minha barriga, na mesma estratégia, deixando a região próxima a xoxota pro final. Eu já estava achando aquele menino tímido bem sacaninha e estava adorando aquela brincadeira erótica. Ajeitei a parte de cima do biquíni que ficou minúscula por causa do silicone, cobrindo só as auréolas rosadas. Pedi então, que passasse o óleo nos meus seios e na minha barriga.

Dava pra notar quando ele tocou meus seios que os biquinhos estavam durinhos e arrepiados, apontando pra cima. Eu estava de óculos escuros e olhos fechados curtindo aquelas emoções, sentindo sua respiração ofegante, ajoelhado ao meu lado, passando o óleo próximo ao meu rosto. Resolvi abrir os olhos e tive uma visão que me deixou louca, pois vi uma pica duríssima pela folga lateral do short do rapaz, que não usava nada por baixo, nem cueca e nem uma sunga, com tudo solto. Nessa altura, ele já passava o óleo nos meus seios usando as duas mãos. Fiquei admirando aquela beleza de pau, que parecia grande e grosso. Ele, então, começou a passar o óleo nas minhas coxas e de novo, abri minhas pernas para facilitar e senti novamente os seus dedos tocando minha xoxotinha melada por cima da calcinha. Ele massageava a minha virilha com o dedo médio e com o indicador, sem a menor cerimônia, e acho que já percebia a minha xoxota molhada por cima do biquíni.

Eu já estava esperando que ele afastasse a lateral da calcinha e enfiasse o dedo na minha xoxota, mas acho que ele teve receio de ser tão abusado. Foi quando eu não resisti e enfiei minha mão por entre as suas pernas, na abertura lateral do calção largo, e segurei aquela pica durinha, massageando toda a sua extensão e também aquelas bolas, que pareciam querer explodir. Nesse momento, ele perdeu todo o medo, enfiou a mão na minha calcinha e começou a massagear meu grelinho, que estava durinho de tesão e todo melado. Ficamos naquela sacanagem por uns cinco minutos, e ele, com uma das mãos, massageava meu grelo e com a outra já havia afastado meu sutiã e apertava meus seios. Nessa hora, tirei os óculos e olhando fixamente par ele, perguntei se ele podia me fazer mais um favorzinho. Ele perguntou se eu queria que ele fosse embora, por causa da possível chegada do meu marido a qualquer momento.

Numa ação rápida, eu me virei de bumbum pra cima, soltei os lacinhos laterais da calcinha do biquíni, fazendo o pano minúsculo deslizar para baixo e sussurrei, olhando pra trás com aquele olhar sacana que meu marido adora.- mete esse pirocão gostoso na minha xoxota meladinha... mete... tô louquinha por essa pica me comendo. Ele imediatamente ficou de pé, olhou para toda extensão da praia para se certificar de que estávamos sozinhos e só víamos um casal no maior amasso, mas bem distante para incomodar...

Ele tirou o calção, deitou sobre mim, e de uma vez enfiou aquela rola dura, todinha na minha buceta, totalmente melada de tesão. Arrebitei o bumbum o máximo que pude e pedi que ele metesse tudo e com força na minha xoxota. Ele começou a bombar com força, segurando meus cabelos e com o rosto colado no meu, onde eu sentia ele arfar com num hálito quente. Eu coloquei o dedinho na boca e empinava mais o bumbum, para sentir aquela pica toda dentro de mim. Quando ele avisou que ia gozar, depois de inúmeras estocadas fortes, eu imediatamente pedi que esperasse, que tentasse segurar, pois tinha uma surpresinha pra ele. Ele diminuiu as estocadas e perguntou o que era. Eu disse de uma forma bem sacana, que só meu marido gozava na minha xoxota e beijava minha boca, que eu ia querer todo aquele leitinho quente no meu bumbum.

Ele rapidamente retirou a pica da xoxota melada e exclamou.- Sério? Você quer no cuzinho?- Claro, adoro dar a bunda e estou louca pra experimentar essa vara toda no meu rabo. Ele encostou aquele cabeção da pica no meu anelzinho, que essa hora já estava todo meladinho, de uma mistura de tesão e óleo bronzeador. Pedi que ele metesse devagarinho, pois sua pica era enorme e poderia me machucar. Ele começou a enfiar devagar no meu cuzinho apertado e eu a morder a sua mão que me abraçava pelo pescoço. Fui rebolando para ajeitar a pica e quando a cabeça entrou, senti um misto de dor e tesão, soltei um gritinho alto e pedi que ele fosse bem carinhoso. Ele começou a estocar devagar e quando eu me senti relaxada, quando o tesão superou a dor, pedi que metesse tudo e bombasse com força na minha bundinha.

Ele não se fez de rogado e começou a enfiar com força, colando as suas bolas na minha xoxota que batiam no meu grelinho. Aquilo me deixou louca, tirei o dedo da boca e comecei a gritar de tesão.- mete tudo e goza na minha bundinha, goza.. mete essa pica gostosa, mete, mete na putinha, mete... me dá o leitinho dessa rola.. dá.. mete gostoso no meu cú..mete, mete tudo. Ele então começou a arfar mais rápido e numas estocadas mais longas, começou a despejar todo aquele leite guardado naquelas bolas gostosas, ficando em cima de mim por alguns instantes, recuperando o fôlego. Assim que ele se levantou, corremos para a água pra nos lavar e voltamos para a areia. Ele pegou o calção e já ia se vestindo, quando eu segurei na sua pica e disse que nós ainda tínhamos alguns minutinhos antes do meu marido chegar e que eu queria gozar também, pois ainda estava toda melada de tesão.

A pica do garoto começou a dar sinal de vida, tipo meia bomba, então resolvi ajudar. Me ajoelhei na canga e comecei a pagar um boquete naquela pica grossa e roliça, que tinha uma glande enorme. Modéstia a parte, a minha chupada enlouquece os homens, pois eu engulo a pica toda deixando a vara completamente melada com minha saliva. Meu marido sempre diz que minha chupada é coisa de profissional, mal sabendo ele quantas picas eu já chupei, desde a minha adolescência no colégio. Lambi toda a extensão daquela rola, chegando até as bolas, que engoli uma de cada vez, fazendo o garoto gemer de tesão. Quando senti que a pica estava a ponto de bala, fiz ele deitar na canga, com aquela pica enorme apontada para o sol do meio-dia. Sentei naquela vara, sentindo entrar vagarosamente, num movimento que parecia não ter fim, pois aquela pica tinha uns cinco centímetros a mais que a do meu marido. Aquele garoto ia fazer sucesso entre as mulheres.

Assim que cravei a xoxota naquela pica, pedi que ele ficasse quietinho e comecei a cavalgar, começando devagar e aumentando a medida que o tesão crescia. Gozei como louca, em menos de um minuto, roçando o grelinho naquela vara e acho que também, pela adrenalina provocada pelo medo do meu marido me pegar sentada na pica de outro homem. Enquanto eu gozava, o menino segurava meus seios com firmeza, me deixando mais louca. Assim que gozei, minhas pernas amoleceram, como sempre acontece, e deitei sobre o corpo do rapaz e fiquei quietinha por alguns instantes, ate recuperar as forças. Quando saí de cima da pica, ela ainda apontava pro sol, comecei então a bater uma punhetinha pro menino e ofereci a minha xaninha para que ele chupasse gostoso, num sessenta e nove por cima dele. Quando senti que ele ia gozar, meti minha boca naquela pica e tomei todo aquele leite quente que saia em jatos potentes e acabei gozando também, pois adoro quando os homens gozam na minha boca, me sinto uma vadia e acabo gozando gostoso.

Lambi toda aquela rola até não sobrar uma gota sequer. Agora era o menino que estava com as pernas bambas. Pedi então que ele colocasse o calção e fosse embora, pois meu marido chegaria a qualquer momento. Ele imediatamente se vestiu, colocou a alça da bandeja no pescoço e perguntou se eu viria mais vezes naquela praia. Eu disse que sim, que voltaria e que compraria mais bronzeador, com a condição dele passar no meu corpo, porque meu marido não gostava de lambuzar as mãos com óleo. Ele deu um sorriso sacana e se pôs a caminhar pela areia, até sumir na curva da praia. Já devidamente recomposta e vestida, esperei meu marido por alguns instantes, quando ele chegou segurando o frasco do bronzeador e um isopor com algumas cervejas e salgadinhos. Me deu um selinho, que tive medo dele perceber o gosto de porra que ainda tinha na boca, mas ele não percebeu.

Assim que ele sentou na cadeira e pegou duas cervejas, reparou finalmente que meu corpo estava todo coberto de óleo e me disse.- ei, não acredito que você me fez andar toda essa distância e o óleo estava na sua bolsa.- Não é nada disso amor, logo que você saiu, passou um rapaz vendendo bronzeador e eu comprei. Queria logo ficar bem queimadinha pra você.- E quem te passou o óleo nas costas, foi o rapaz? – Perguntando desconfiado. Olhei para ele com aquele sorrisinho sacana e disse:- Claro meu amor, quem mais seria? Mas em casa eu te conto tudinho, enquanto você me come gostoso. E voltei a deitar de bundinha pra cima, pra deixar meu maridinho corno, feliz com o meu bronzeado e imaginando se eu teria trepado ou não com o rapaz do bronzeador.

Aumente ainda mais o tesão...

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