Foste uma das minhas melhores fodas

O melhor amigo do meu irmão...

Ilustração

 

Sempre quis ir para a cama com o André, um militar de 28 anos. Apesar das minhas inúmeras investidas, ele não se atreve a isso por ser o melhor amigo do meu irmão. A Ana, a minha melhor amiga, já o tinha comido, e fizemos um pacto de que não destruiríamos a nossa amizade por causa de gajo nenhum. Caso encontrássemos alguém a sério, por quem estivéssemos apaixonadas e cegas de desejo, alguém por quem sentíssemos uma reciprocidade a nível sentimental, diríamos à outra e aí não haveria divisões ou concessões.

Confessávamos aberta e liberalmente os nossos desejos e fantasias em relação ao João, sem sentir que a outra seria uma ameaça. Se existisse um homem que não se pudesse ter por inteiro, dividíamos a metade. Como o André só me olhava como se eu fosse uma criança, era natural que a Ana fosse a primeira. Fiz com que ela me contasse todos os pormenores. Ela andou muito eufórica durante alguns dias, mas depois confessou-se um pouco desiludida e não queria tocar no assunto. Na semana passada apenas tinha-me ligado a dizer:

- Agora é a tua vez.

O André deve ter perdido a graça para ela. A Ana costumava perder o desejo pelos homens, depois que conseguia levá-los para a cama, apesar de ser cinco anos mais velha que eu dizia que nunca se tinha apaixonado. “Eu não acredito no amor, pois não consigo acreditar em nada que não possa tocar” – era a afirmação que usava para justificar que o sexo para ela era uma espécie de sentimento.

Nunca acreditei que fosse assim para sempre, um dia ela havia de se apaixonar e quando isso acontecesse, era provável que não me contasse por ser dominadora e não gostar de se sentir frágil ou vulnerável. Eu já tinha percebido que o André era um mulherengo, que gosta muito de sexo, estava sempre a sair com várias gajas. Era casado há dois anos, mas isso não impedia o seu louco desejo de experimentar novas conas. Não era o tipo de homem que inventa que é solteiro, ou que conta que a mulher está acamada, em estado terminal. É o tipo de homem que te diz que é casado, mas gosta de sexo e quer ir contigo para a cama, e termina a frase com uma pergunta simples e direta: "Topas?"

Não consigo imaginá-lo a levar um "não" como resposta, também porque, é um homem irresistível, 1.80m, cabelo escuro, olhos castanhos enigmáticos e um corpo muito bem definido. Um dia ouvi uma conversa entre ele e o meu irmão, na qual ele contava que estava numa situação complicada porque a gaja com quem tinha saído estava apaixonada por ele. “Eu não significo nada para ti?” – Era o que parecia que ela lhe tinha dito, mas a sua resposta não tinha deixado margem de dúvidas de que ele não queria nada mais para além de sexo: “Sim, claro que sim, foste uma das minhas melhores fodas.”

Já tinha apreciado o seu belo corpo na piscina, todo molhado e bronzeado, mas a família e amigos estavam todos reunidos e não tive oportunidade de abordá-lo. Pobre André… Ainda não sabe que consigo sempre tudo o que quero! Peguei nuns dvds no quarto do meu irmão e resolvi ir até casa dele. Quando cheguei a esposa dele abriu-me a porta. Calculei mal a hora, pensava que ela já tinha saído, disse que tinha uns dvds para entregar ao André.

- Deixa aqui que depois dou-lhe.
- Mas ele não está em casa? É que não tenho bem certeza se são esses e quero ver se ele não tem algum a mais.

Deu um grito para o chamar, disse que eu tinha que entregar-lhe umas coisas. Pediu desculpa porque estava de saída, mas disse para eu esperar na sala, que ele estava no banho. Despediu-se de mim e saiu. Fui até a janela e vi-a arrancar com o carro, contei dez segundos e subi para o quarto deles. Ele acabava de sair do banho, apenas com uma toalha branca amarrada à cintura. Fez uma cara de espanto, mas depois já não parecia preocupado com a minha presença. Receoso talvez, porque sabia que sempre que eu estava por perto era sinal de que tentaria seduzi-lo. Sentou-se na poltrona que estava em frente à cama, puxou dum cigarro e perguntou:

- O que foi que disseste que tinhas pra me dar?

Tirei o vestido e sentei-me no colo dele, apenas de fio dental. Senti o pau dele crescer mesmo debaixo de mim.

- A minha virgindade.

- Mas já te disse que não vou pra cama contigo. Sou o melhor amigo do teu irmão e prometi-lhe que nunca iria para a cama contigo.

- És o melhor amigo dele, não vais para a cama com ele.

- Não sejas malcriada… Eu posso ir para a cama com quantas mulheres eu quiser, mas não vou estragar a minha amizade com o teu irmão por causa disso…

- Ele não precisa de saber. Vai ser um segredinho nosso… Eu sei que tu me queres e não adianta esconder, o Andrézinho não te deixa mentir.

Desfiz o nó da toalha, deixando aquele pau à mostra, ereto e a cheirar a champô.

- Vê só como estou nervosa por estar aqui contigo… Sentes as batidas do meu coração? E não é só o coração que está assim.

Puxei a cueca para o lado e mostrei-lhe a cona.

- Vês? Está ansiosa para se encontrar com o Andrézinho que está aí. Anda cá, dá-me a tua mão… Sentes como ela está molhadinha? Já a estou a sentir inchar por dentro de tanto desejo. Parece que o meu coração está dentro dela, pulsando cada vez mais forte. Acho que vou explodir se o Andrézinho não cuidar dela. Agora sê um bom menino e faz o que tens a fazer.

Ordenei num tom suave e insinuador, ele calou-se pois não tinha mais como resistir. Puxou o resto da toalha para o lado e meteu aquele pau dentro de mim. Ele deve ter percebido que eu menti em relação à virgindade, mas provavelmente já não se estava a preocupar com isso, afinal já estava dentro, agora não ia parar.

Beijou-me na boca intensamente. Brincou com a ponta da língua nos meus seios, depois pegou-os com as mãos e começou a beijá-los, a chupá-los, quase mesmo a sugá-los para dentro da boca. Beijou-me o pescoço e deu uma lambidela na minha orelha. Continuamos a foder ali sentados no sofá, as mãos dele tanto me apertavam o rabo como me agarravam na minha cintura, enquanto ele dizia que eu era apertadinha e gostosa.

- Chama-me putinha. Rebenta-me toda!

Era tanto o desejo que sentia, já era tanto o tempo que eu queria aquela foda, que já estava prestes a ter o meu primeiro orgasmo. Ele notou que eu estava completamente molhada e chegou o rabo um pouco mais para a frente no sofá, deixando que eu passasse os meus pés à volta das costas. O movimento ficou mais sincronizado e nossos corpos ficavam cada vez mais juntos, o sofá parecia mover-se ao nosso ritmo e já estava quase a beira da cama. Levantou-se do sofá levando-me com ele ainda com as pernas à volta das suas costas. Continuou a foder-me de pé e depois deitou-me na cama que ainda estava desfeita.

Continuou a foder-me, a chamar-me nomes e a suspirar. Depois tirou-me as cuecas que já deviam estar a incomodá-lo. Pôs-me de quatro na beira da cama e começou a meter novamente aquele pau duro e melado na minha cona, segurando-me pelas ancas e a dizer:

- Sua putinha deliciosa! Toma todo o meu pau, toma!

Dava-me palmadas no rabo e continuava no movimento de vai e vem, até que ele gritou:

- Ahhhhh. Estou quase… Quase… Qu… Hum…

Senti ele a tremer e o pau dele a latejar dentro de mim. Ficamos ali deitados na cama. Olhamos um para o outro como dois namorados e de repente vi no seu olhar que ele parecia encabulado. Levantei-me e pedi que me emprestasse uma toalha. Entrei no quarto nua, depois de um duche rápido e ele ainda estava deitado a olhar-me e sem dizer muitas palavras. Peguei nas  cuecas e guardei na minha bolsa, pois estavam completamente molhadas. Ele não tinha conseguido ser fiel ao seu melhor amigo, mas eu tinha sido fiel à minha. Viu-me a sair sem cuecas e sem palavras, mas antes de fechar a porta eu disse-lhe:

- Foste uma das minhas melhores fodas.

Aumente ainda mais o tesão...

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