A minha primeira experiência lésbica

Prazeres secretos com outra mulher.

Ilustração

 

Já por várias vezes tive fantasias secretas com mulheres e nunca contadas a ninguém. Essas fantasias são muito mais frequentes quando me masturbo, deito-me na cama com as pernas abertas e começo a brincar com o meu grelinho. Com a outra mão acaricio os seios e viajo na minha imaginação, começo a pensar que uma mulher está ali à minha frente, a lamber-me toda e o meu gozo é fácil e intenso. Também já fantasiei estar numa piscina, num dia de sol, com várias mulheres e de repente todas começavam a fazer topless, a beijarem-se e a chuparem-se. 

Nunca tinha pensado em realizar tais fantasias, achava que uma experiência lésbica seria algo íntimo, só meu, apenas no imaginário, utilizado para quando quisesse ter um bom orgasmo. Já fui abordada por algumas mulheres, mas nenhuma delas me agradava. Uma era demasiado gorda e a outra era demasiado masculina. Descobri que apesar de não ser muito exigente em relação aos homens com quem dormia, com as mulheres acontecia exatamente o oposto, ela teria de ser bela e sedutora.

Um dia, conheci a Sandra no ginásio, completamente feminina, cabelo escuro, geralmente amarrado, cintura fina, rabo empinado, peitos ligeiramente médios. Fazíamos o mesmo programa de pesos, então uma vez ela puxou conversa mas nada demais… Apenas falamos sobre os programas que fazíamos, sobre os horários a que costumávamos ir treinar, nada mais profundo que isso. Fomos nos tornando amigas até que um dia combinamos ir assistir ao concerto da Madonna em Coimbra. Como vivíamos em Lisboa, ficaria muito tarde para depois voltarmos a casa, então ficamos por lá no apartamento do irmão. Ele estava em França e deixou-lhe o apartamento para ela o tentar arrendar.

O estádio estava lotadíssimo, o que fez com que ficássemos muito encostadas uma na outra. A sua pele era macia e bem cuidada, saímos de lá abraçadas, a cantarolar “Like a Virgin”. Na volta, paramos para beber num barzinho e depois fomos para o tal apartamento. Estava escuro e frio, mas era um apartamento simpático. Encaminhou-me até o quarto do irmão, um quarto de homem comum e solteiro, um pouco desorganizado e com um calendário de mulheres nas na parede. 

- Acho que já nos divertimos imenso. É melhor irmos dormir… - Disse ela.

Deitei-me na cama, e ela perguntou:

- Vais dormir assim?

Disse que sim, pois tinha-me esquecido de levar roupa de dormir, mas que não havia problema pois a roupa que tinha era confortável.

- Não vais não. Acho que ainda deve haver para aqui algumas coisas do meu irmão. – Foi até o armário do outro lado da cama, puxou por uma camisola e atirou-a na minha direção. – Deve ficar larga, mas é melhor do que dormir assim como estás.

Tirei os sapatos e as calças, e vi seu rosto inclinar-se para a minha cuequinha branca. Não deu para fingir que notei o seu olhar, e ela então desviou:

- Onde compraste essas cuecas? É tão gira! Quero comprar umas iguais.

Enquanto vestia a camisola, ela preparava a cama, esticando os lençóis e pondo um grande édredon. Apesar de ter ligado o aquecimento, o quarto ainda não estava quente. Saber que íamos ter que partilhar a mesma cama deixava-me um tanto excitada, mas não podia fazer nada, a não ser que fosse ela a tomar a iniciativa. Deitei-me de lado, de costas para ela, disse-lhe boa noite e fingi que adormecia. Passado uns minutos ouço-a perguntar:

- Patrícia, estás acordada?

Pensei fingir que estava a dormir, mas acabei por responder com voz de sono: 

- Sim, estou… 
- É que eu não estou habituada a dormir com roupa, sempre dormi nua. Importas-te se eu tirar a roupa?
- Não, claro que não… Põe-te à vontade… - Tremi por dentro, mas brinquei para não demonstrar o meu constrangimento. - Faz de conta que estás em tua casa…

Depois de tirar a roupa, quando levantou o édredon, senti um arrepio que não era apenas de frio. Ela deitou-se, e eu parecia sentir, mesmo à distância, o calor que exalava do seu corpo. Tentei não me mexer, mas a verdade é que já nem conseguia dormir. Passaram-se muitos minutos, talvez mais de uma hora, e eu continuava quieta a fingir que dormia. De repente senti-a mexer no meu cabelo, muito de leve, como que para não me acordar. Fiquei ali sentindo aquela sensação gostosa, aquela excitação, sem mover um só músculo. Mas não aguentei ficar parada por muito tempo e por descuido acabei por me mexer um pouco. Passado alguns minutos ela aproximou-se um pouquinho mais, passou a sua perna direita por cima da minha, e a sua mão por cima dos meus braços, até encontrar os meus seios, por cima da camisola. Todo o seu toque era muito leve, mas, mesmo assim, fiquei com medo dos meus seios ficarem com os bicos rijos, ou das minhas pernas ficarem arrepiadas. Um turbilhão de excitação parecia estar dentro de mim, como se o meu sangue circulasse a grande velocidade.

Senti o calor da sua boca aproximar-se do meu pescoço, e depois um beijo leve. Arrepiei-me, e isso não dava para eu controlar. Virei-me para ela, e fiz uma cara de surpresa. Ela olhou-me constrangida, mas não viu reprovação no meu olhar. Sem qualquer palavra, nossas bocas se aproximaram, e nos beijamos. Sua boca era gostosa, sua pele parecia seda, e o beijo era intenso, como se as nossas bocas combinassem. Ela passou a mão pela minha cintura e ajudou-me a tirar a camisola. Tirei também a cueca, e estávamos as duas nuas. Nos beijámos cada vez mais encostadas, e nunca tinha sentido que um peito poderia ser tão quente. Nossos seios se encostavam, e só aquela sensação já me dava imenso prazer. Ela desceu a língua pelo meu pescoço, até encontrar o meu peito, e ficou chupando, durante um bom tempo, enquanto acariciava o outro com sua mão lisa.

Era delicioso sentir sua língua nos biquinhos das minhas mamas, sentir sua boca toda a mamá-lo. Não era arranhada por nenhuma barba, e sua pele era tão delicada que a sensação de prazer era imensa. Demorou bastante tempo, chupando meus dois seios. Depois desceu a língua, deslizando pelo meu corpo, e parou no meu umbigo. Então ela desceu mais um pouco. Delicadamente, passou a ponta da língua no meu clitóris, e ficou fazendo movimentos muito curtos, passando a língua levemente, de cima para baixo. Depois começou a chupar toda a minha cona, e foi aumentando a intensidade, como se quisesse colocá-la toda na sua boca. Eu estava cada vez mais excitada, e ficava levantando as ancas, fazendo meu clitóris encontrar sua boca. Ela enfiou a língua na minha cona, e delirei de prazer. Enfiou-me dois dedos na cona, enquanto com a língua continuava a acariciar-me o clitóris. Comecei a dançar com aqueles dois dedos dela dentro de mim, seguindo movimentos cada vez mais velozes, até quando não resisti e gozei.

O seu sorriso era de contentamento. Deitou-se ao meu lado e continuamos a nos beijar. Beijei-lhe também os seios, demoradamente. Mamei-os de forma intensa e meiga. Fiz um sinal para que ela viesse por cima de mim, de forma a ficar com as pernas abertas por cima da minha boca. Ela encostou-se na beira da cama e aproximou a cona da minha boca. Comecei apenas a deixar a língua levantada, enquanto ela ia rebolando a cona. Depois ela baixou-se um pouco, e pude chupá-la deliciosamente. Eu ia colocar um dedinho, mas ela puxou a minha mão, como sinal de que não seria necessário. Começou a masturbar-se, tocando o seu dedinho no seu clitóris, enquanto eu ficava lambendo o buraquinho daquela rata. Sentou com a cona bem em cima da minha boca, e eu proporcionei-lhe uma grande lambidela. Começou a suspirar, e a rebolar cada vez mais rápido. Soltou um grito, e senti o seu mel a descer pela minha boca.

Deitamo-nos de frente e dormimos abraçadas, nuas e satisfeitas.

Aumente ainda mais o tesão...

Comentários (2)

  • rodrigo 17 de junho de 2014 Linda.......tal km eu adoro fazer.....
  • Fernando 29 de junho de 2014 Tesão de historia...

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