A ultima noite de verão...

Era a última noite que ia passar com ela, mas a noite ainda agora estava a começar...

Ilustração


Este verão, eu e o meu amigo Rodrigo decidimos pôr as mochilas às costas e ir sem destino pelo nosso país fora. Há já uma semana que nos encontrávamos, na costa vicentina, acampados junto ao mar. Mal nos tínhamos instalado, chegou um casal, mais velho, com as suas duas filhas, duas belas mulheres, com vinte e poucos anos, lindas, simpáticas e disponíveis. O Rodrigo não perdeu tempo, e já desde o segundo dia delas cá, já andava a comer a mais velha. Eu, como sendo mais tímido, sempre tive dificuldades com as mulheres e por isso os meus avanços eram lentos e desajeitados.


Fomos passear pela praia, ela caminhava à minha frente, pés descalços brincando na areia em passadas incertas e saltinhos infantis. As linhas do seu corpo definiam-se sob uma leve e fina túnica salmão. Magra, morena, nariz empinado e cabelo castanho pelos ombros, tinha um corpo fantástico, moldado de suaves curvas sensuais e excitantes.


A tanga escura debaixo do vestido era para mim como o X no mapa do tesouro, não conseguia tirar de lá os olhos. Aquele rabo era magnífico, com a forma perfeita, do tamanho certo. Cada vez que ela se mexia ele respondia de forma poética fazendo-me pulsar e o meu pau crescer de um modo que os meus calções já se tornavam demasiado apertados, ansiando por libertação. Já desde o início das férias que a desejava e nunca tomei uma atitude.


Ela, apesar de ser sempre simpática comigo, também nunca me pareceu com vontade para alguma mais, no entanto hoje parecia diferente. Chegados ao nosso local habitual, uma rocha próxima do mar, reparo que está de semblante carregado, chateada com algo.


- Eles vêm ter connosco? – Perguntei.
- Não. Estão na tenda a foder.
Fiquei chocado, nunca a tinha ouvido falar assim, a utilizar aquele tipo de linguagem, tinha-a achado até um pouco púdica demais.
- Vamos continuar a caminhar? – disse ela inclinando a cabeça para a praia.


A noite ia avançando sobre um sol de agosto que morria alaranjado no mar sereno. Começava a chuviscar, a túnica ia ficando molhada, colando-se ao corpo dela, moldando-se àqueles lindos seios, firmes, redondos, coroados por bicos negros e tesos que apontavam para mim de forma acusatória.


Ela pára, vira-se para mim e pergunta:

- Gostas de mim?
Sorrindo acenei-lhe que sim. Ela aproximou-se mais um pouco.
- Porque nunca disseste nada? – Perguntou quase encostada a mim, sentia o calor da sua boca, o seu respirar tranquilo na suave ondulação do seu peito.
- Sabes... Eu sou um pouco tímido!
- Tímido?! Este aqui não é nada tímido.


Sem eu estar a contar, pôs a mão nos meus calções, sobre o meu pénis, apertando-o suavemente. Não consegui dizer nada a não ser soltar um leve gemido de prazer e fechar os olhos. A mão dela continuou a abrir caminho pelos meus calções, agarrando-me o membro.
Abri os olhos e ela olhava-me fixamente e sorria. Aqueles olhos castanhos reluzentes desafiavam-me pedindo por mais.


Caiu de joelhos na areia, levando junto os meus calções. Com uma mão ia acariciando os meus testículos enquanto senti aquela boca húmida e quente devorar-me num movimento suave e ritmado. Enterrei os dedos dos pés na areia molhada e as minhas mãos contraíram-se. Ela sabia o que fazia, o prazer percorria-me o corpo todo. Brincou mais um pouco com a língua e logo em seguida começou a chupar-me vigorosamente o membro, deixando-o entrar pela garganta, engasgando-se algumas vezes mas sempre sem parar.


A chuva caía agora mais forte escorrendo-me pela cara e pelo corpo, não conseguido no entanto arrefecer-me. Sentia as pernas tremer, faltava-me o equilíbrio. Apoiei-me com as mãos na cabeça dela acompanhando o rápido balanço das suas investidas. Não aguentei mais!

- Aaaahhhhh!


Segurei-lhe na cabeça, ejaculando fortemente dentro da sua boca. Toda a tensão do meu corpo corria-me pelo pénis diretamente para ela. Larguei-a e ela continuou a chupar sem tirar o meu pau da boca. Mais de mim saia para ela em espasmos que me faziam tremer, enquanto ela ia engolindo tudo.


Finalmente tirou-o da boca, olhou para cima e sorriu-me, levantou-se, abraçando-me e beijou-me… Conseguia saborear na sua boca o meu esperma.
A chuva caía agora bastante forte sobre nós, o mar começava a ficar agitado, acabavam as minhas férias. Era a última noite que ia passar com ela, mas a noite ainda agora estava a começar...

Aumente ainda mais o tesão...

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